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Diagnóstico de TEA

Não existem, ainda, marcadores biológicos, portanto, o diagnóstico deve ser feito a partir de observações comportamentais baseadas nos critérios da descrição do quadro clínico do DSM-5 ou do CID-10 e da utilização de escalas de triagem traduzidas e validadas para a população brasileira. Lembrando que esse diagnóstico deve ser feito por meio de anamnese e observação da criança por profissionais qualificados.

Algumas características centrais a serem observadas ao avaliar a criança: prejuízo na interação social, atraso ou ausência da linguagem, alterações na comunicação não verbal (gestos e expressões faciais), falta de tentativa espontânea de compartilhar prazer ou interesses com seus pares, falta de reciprocidade social ou emocional, uso estereotipado da linguagem, falta de jogos ou brincadeiras de imitação social, padrões restritos ou repetitivos de comportamentos (balançar-se, sacudir as mãos, enfileirar objetos), fixação na rotina, interesses por parte de objetos.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, por isso é importante que a avaliação seja realizada por profissionais especializados. Lembrando que, por se tratar de um transtorno do neurodesenvolvimento, deve aparecer antes dos 3 anos de idade. É comum também haver regressão no desenvolvimento, ou seja, desenvolve-se normalmente até 2/3 anos de idade, inclusive começa a falar algumas palavras, e depois regride no desenvolvimento, aparentemente sem motivo.

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